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Home Nossas Seções Arte em versos Alma Minha gentil, que te partiste
Alma Minha gentil, que te partiste PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamirando Carneiro   

camoesDiogo do Couto, amigo do poeta português Luís Vaz de Camões (1524-1580), registrou sua visita a Camões em Moçambique, onde o encontrou triste e desolado, sobretudo, pela morte de Dinamene, uma chinesinha muito linda que viajava com o poeta e morreu no naufrágio da foz do Mecom. A ela, segundo Diogo do Couto, Camões dedicou um de seus mais célebres sonetos: Alma Minha gentil, que te partiste.

Um dos sonetos de Camões (Espírito), psicografado por Jorge Rizzini no livro Antologia do mais além, intitula-se Alma amiga que à Terra te partiste.

Veja os dois sonetos:

 

 

Alma Minha gentil, que te partiste

(Camões – Encarnado)


Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida, descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no acento Etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio de perder-te,

Roga a Deus, que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te

Quão cedo de meus olhos te levou.


Alma amiga que à Terra te partiste...

(Camões – Espírito)


Alma minha que à Terra te partiste

Em busca do viver tão descontente,

Que te abençoe Deus eternamente,

E que te faça leve o fado triste.

Bem sei que a evolução do ser consiste

Nas mil reencarnações que o Pai consente,

E que aos Céus voltarás em luz fulgente,

Inda maior que quando aqui subiste;

Mas, se na Terra, um dia, a crua dor

Envolver-te a formosa e gentil alma,

Que te não desespere o duro fado;

Ah! Roga aos Céus com teu imenso amor

Que bem cedo eu te leve a doce calma,

Quão cedo ma trouxeste no passado!

 

 

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