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lugar novoSolange Sólon Borges

"Onde está escrita a Lei de Deus? Na consciência"
(O livro dos espíritos)

O artista termina sua belíssima obra de arte e tem duas atitudes a tomar: assinar o seu quadro com o nome lá no cantinho ou entender que ela é tão bela que não pode conter a assinatura de apenas uma pessoa, pois foi edificada sob inspiração divina. A essa segunda atitude chamamos de abnegação e renúncia.
Herculano Pires disse que "a lei de Deus está escrita na consciência do homem como a assinatura do artista em sua obra"1. Somos, realmente, obras do Criador, mas Deus – em sua suprema e infinita bondade – foi tão sutil e humilde que não assinou com letras visíveis, mas plantou em nossa consciência o eco do amor divino e as suas leis.
A nossa consciência sabe quando estamos acertando ou errando: é nosso guia. Para nortear essa caminhada terrestre, Deus misericordioso nos enviou Jesus como modelo vivo e mestre maior.
Está lá, em O livro dos espíritos, questão 625: "Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo? Vede Jesus". É nosso espelho. Abandonemos as dúvidas!
Como somos filhos de Deus, nossa consciência nos alerta quando fugimos de nossa estrada, do nosso melhor roteiro. É preciso ter Jesus como exemplo. Então, por que adiamos o trabalho? O verdadeiro viver cristão? Não há por que temer o desconhecido e os problemas que se colocam à nossa frente. Ao buscarmos a solução para um problema, crescemos, criamos alternativas que não só exercitam o poder criativo como também nossa ética e moral, colocando-nos à prova.
Se o medo surge, entra-se num circuito paralisante, embotando sentidos e sentimentos. Portanto, é preciso o esforço para superá-lo. Se confiamos em Deus, se temos fé, o medo é o reverso; representa a inconsistência dela.
É claro que o ser humano falha nesta estrada de aprendizagem, que integra o processo de evolução, mas há procedimentos que são inevitáveis, como por exemplo, fechar a porta a determinadas situações que já foram tão esvaziadas pela vida, mas não a abandonamos, apesar da consciência alertar que "algo não vai bem". Isso vale para o emprego ruim, o relacionamento que acabou, aquela amizade aparente que só traz infelicidade.
Você já experimentou usar um sapato velho que aperta, machuca? Aí você vê aquele novinho, na vitrine, confortável, macio. Você quer o novo, mas não consegue largar o velho, então, nunca irá usufruir do bem que sempre lhe aguarda. E isso é princípio básico da física: "dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo". Dois pensamentos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo. Se não largar o velho padrão mental, o novo não virá.
O trabalho agora é nosso! Trabalhar a reforma íntima, o perdão, a renúncia, a fraternidade. Prestar atenção à nossa consciência, às leis de Deus e ao amor vívido de Jesus, nosso Mestre e amigo que sempre seguiu em frente sem temer os obstáculos.
Não nos esqueçamos de que não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana, lembrando o jesuíta e filósofo espiritualista Teilhard de Chardin.
Também nos ensina J. Herculano Pires2: "Não somos materiais, mas espirituais. Estamos na matéria porque ela é o campo em que fomos plantados. Como sementes, devemos germinar, crescer, florir e frutificar".
Portanto, sigamos sempre em frente com amor em nosso ciclo evolutivo de redenção, cumprindo a lei de Deus.


1- Nota do autor na tradução de O livro dos espíritos.
2- Educação para a morte. Herculano Pires. Correio Fraterno & Paideia, 2016.

 


correiofraterno479 capa internetPublicado no jornal Correio Fraterno Edição 479 janeiro/fevereiro 2018

 

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