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Medo da morte PDF Imprimir E-mail

medo-morte Umberto Fabbri

O medo e todos os seus derivados estão de certa forma ligados aos nossos sistemas de defesa. Nosso instinto de preservação nos alerta sobre as possíveis situações que oferecem risco à nossa integridade. E isto até certo ponto é saudável, mas quando o medo passa do estado de alerta para os níveis mais altos, como a fobia, por exemplo, este pode se tornar patológico e altamente prejudicial, pois passamos a perder a condição da racionalidade e da realidade que nos cerca.
Um dos grandes medos da humanidade é o temor da morte. Sim, a grande maioria dos seres humanos receia a morte. Mesmo entre nós, espíritas, que cremos no processo da reencarnação, apesar de sabermos como funciona na teoria, não desejamos vivenciar a parte prática. Não por que não acreditemos na sobrevivência da alma, mas sim, por desagrado em abandonar situações que de certa forma dominamos, aqueles a quem amamos e estruturas que levamos anos para montar e conquistar.
Nossa vida segue determinado curso, ao qual estamos acostumados, temos receio do novo, sofremos pelo apego, nos habituamos com o que temos, e muitas vezes até com o que não nos agrada ou faz bem, pois já aprendemos a conviver com estas circunstâncias.
Vivemos em uma agradável zona de conforto...
Todavia, existe um fato que não podemos empurrar para debaixo do tapete: a evolução! Sim, a evolução que tanto almejamos se fará principalmente frente às novas experiências. Novos cenários, amores, aprendizados, vivências e para que tudo isto se efetive precisamos mudar; inclusive de corpo, de dimensão, cultura, religião, sexo, sociedade, etc.
Aceitar a realidade das transformações e trabalhar nossos receios nos trará maior capacidade de enfrentamento, de adaptação às situações que não estão sob nosso controle, mas de Deus e das inteligências espirituais que trabalham para nos ofertar novas possibilidades de crescimento, individual e coletivo.
Quando possuímos um grande medo e deixamos que nos domine, já estamos vivendo dentro dele, damos espaço e ele acaba fazendo parte de nosso dia a dia.
Segundo o Evangelho, o medicamento para todos os males é a fé, e sabiamente Allan Kardec nos diz que ela precisa ser raciocinada. Precisamos entender e trazer à luz da razão e de nosso entendimento, mesmo que ainda relativo, a compreensão de quem somos, do que fazemos aqui e para onde vamos. Faz-se necessário ainda nos lembrarmos do imensurável amor de Deus por todos nós e de que estaremos sempre amparados e dirigidos por suas leis imutáveis e justas.
As mudanças, sejam elas em pequenos ou grandes acontecimentos, sempre acontecerão. Nasceremos e morreremos inúmeras vezes visando sempre nosso aprimoramento.
Talvez o grande temor venha de nossas experiências passadas, das lembranças inconscientes dos últimos desencarnes, ou ainda, do peso de nossas consciências por não termos nos esforçado o bastante para atingirmos nossos objetivos reencarnatórios, por termos falhado. Quando estudamos o livro O céu e o inferno, são estes os relatos mais comuns que encontramos dos irmãos que se encontram em sofrimento. E isto deve ser usado por nós, não para intensificar ainda mais nossa insegurança e receios, mas como um alerta para que vivamos de forma a contribuir efetivamente com nossa viagem de volta para nossa casa: a espiritualidade.
Lembrando Jesus, é essencial a construção do reino de Deus em nosso íntimo, pois, assim, não importarão as circunstâncias exteriores; nos sentiremos seguros e fortalecidos pelo amor que conquistarmos e distribuirmos. Seja onde ou como for, estaremos em casa e a salvo de todos os males, pois estes não estarão mais em nós.

Profissional de marketing, Umberto é orador e escritor brasileiro e mora atualmente na Flórida, EUA. Autor dos livros O traficante, Amor e traição, e lança agora Pecado e castigo, pelo espírito Jair dos Santos (Correio Fraterno).

 

Publicado no jornal Correio Fraterno - Edição 471 outubro/novembro 2016

 

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