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Home Nossas Seções Direto ao ponto Autoconhecimento e disciplina do pensamento
Autoconhecimento e disciplina do pensamento PDF Imprimir E-mail

autoconhecimentoPor  Umberto Fabbri*

A prática da reforma íntima, de modificação e melhoria de nossos sentimentos e atitudes, deve ser encarada como um processo necessário e urgente, todavia, sem sistematizar a autoflagelação, ansiedade, pressa ou culpa.
Quanto mais simples, tranquila e objetiva, mais sadia e eficaz ela será.

Podemos observar dois aspectos importantes para seu desenvolvimento; o mental e o afetivo.
No aspecto mental, efetivamos sua aplicação pelo conhecimento e estudo. Trabalhando a razão no entendimento de sua necessidade e utilidade, ampliamos nosso discernimento nas questões sobre o bem e o mau, do certo e do errado, possibilitando assim utilizarmos mais adequadamente nosso livre-arbítrio.
Na Codificação encontramos as orientações e explicações que nos levam a conhecer e compreender a realidade de nossa natureza espiritual e o caminho que precisamos percorrer para alcançarmos nosso destino de perfectibilidade.
Já no aspecto afetivo trabalhamos o desenvolvimento dos bons sentimentos, nos relacionamentos que fazem parte de nossa vida e também na pratica do bem, buscando atender às necessidades de nossos semelhantes que estejam em situação de maior vulnerabilidade, moral ou material.
Os dois aspectos se completam, uma vez que precisamos usar a razão no controle e bom direcionamento de nossos sentimentos e emoções. Vejamos, por exemplo, quando aliamos a razão e o sentimento na prática da caridade percebemos que as questões materiais não devem ser tratadas de forma assistencialista, mas sim caridosa, onde precisamos oferecer condições de crescimento digno, 'ensinando a pescar', e não de forma a se criar a dependência nociva 'dando o peixe'. Aqui percebemos que o entendimento nos auxilia a bem direcionar a maneira mais útil e abrangente de fazer o bem.
O autoconhecimento, ou seja, a observância realista do que vai em nosso íntimo, é primordial.
Vejamos sinais que demonstram que algo não está bem e precisa ser acompanhado mais de perto, quando não, realmente modificado:
• Sentir-se infeliz, pouco estimulado ou rejeitado
• Estar desmotivado ou descontente com aquilo que produz
• Buscar constantemente o afastamento do convívio social
• Irritar-se ou deprimir-se com frequência
• Trabalhar excessivamente por ganância ou desejo de projeção social
• Pensamentos fixos na busca por prazeres: sexo, jogo, comida, uso de substâncias químicas, etc.
• Pensar sempre somente em si mesmo
• Não suportar críticas ou contestações
• Considerar-se inferior ou superior aos demais
• Desejar o domínio e o controle de pessoas, coisas ou circunstâncias
• Padecer de fobias ou inibições que prejudiquem seu convívio com outras pessoas
• Usar o próximo para satisfazer desejos ou conseguir vantagens.
É evidente que em nosso momento evolutivo atual podemos vivenciar uma ou várias destas situações, entretanto reconhecer tal fato já representa um grande avanço para sua solução.
Emmanuel nos diz que "é necessário reconhecer que todos nós, espíritos encarnados e desencarnados em serviço na Terra, ante o volume dos débitos que contraímos nas existências passadas, somos doentes em laboriosa restauração", o que nos leva ao entendimento de que todos nós, enfermos da alma, estamos em busca da saúde, do restabelecimento físico e espiritual, mas, para tanto, é necessário "compreender e modificar" o que ocorre em nossas vidas, e segundo Sidarta Gautama, ou Buda, precisamos deixar para trás o círculo vicioso de reencarnar, não cuidar de si mesmo, permanecer adormecido na indiferença buscando apenas o bem-estar na vida terrena, desencarnar e reencarnar outra vez. Podemos ainda citar Emmanuel que diz: "Entre o berço e o túmulo, o homem detém o usufruto da terra, com o fim de aperfeiçoar-se", que nos esclarece que não estamos aqui a passeio, mas em importante tarefa de crescimento e aprendizado, onde não somos 'donos', mas usufrutuários dos bens e possibilidades ofertados misericordiosamente por Deus, que nos ama, e sabe que um dia conquistaremos a bondade e o saber plenos.

*Profissional de Marketing, Umberto é orador e escritor brasileiro, morando atualmente na Flórida, EUA. Autor do livro O Traficante e Amor e Traição, ditados pelo espírito Jair dos Santos (Correio Fraterno).

Publicado no jornal Correio Fraterno - Edição 467 janeiro/fevereiro 2016

 

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