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Home Nossas Seções Humor Bagagem de coração
Bagagem de coração PDF Imprimir E-mail

 Por Tatiana Benites

A professora explicava sobre o acúmulo de bens na Terra e as crianças da evangelização prestavam atenção, quando Pedro levantou a mão:
– Professora, quando a gente cresce, não tem que trabalhar pra ser rico?
– Pedro, não trabalhamos para sermos ricos, mas para nos realizarmos, desenvolvermos, para sermos felizes.
Aninha considera:
– Mas quem não tem dinheiro também não é feliz!
– Ser feliz não está atrelado a ter dinheiro, Aninha, embora ele seja hoje tão valorizado na Terra. E mais: quando desencarnamos, não levamos nenhuma riqueza para o plano espiritual.
Laurinha entra na conversa:
– É porque não dá para o espírito pegar!
– Rindo, a professora orienta: Sim, Laurinha! O espírito não vai pegar o dinheiro, porque não há valor para ele no plano espiritual. O importante para nós é acumularmos riquezas no coração.
– Vixiiiii! Agora tem operação para fazer coração de ouro? – comenta Jorginho.
Toda a sala começa a rir, fazendo com que a professora retome a ordem entre eles.
– Quis dizer que a maior riqueza que temos são as nossas virtudes e que...
– O que é virtude? – pergunta Aninha, interrompendo.
– São as nossas qualidades. Com elas somos pessoas melhores, agimos cada vez mais no bem, trazendo coisas boas ao próximo e a nós mesmos. O que vocês fazem de bom para vocês e para os outros?
– Recolho o lixo e reciclo! – gritou Jorginho.
– Eu tomo banho rápido – disse Pedro.
– Eu ajudo minha avó – apressou-se Aninha.
– Eu beijo e abraço meu cachorro – disse Laurinha.

Novamente a agitação toma conta da sala, com todos comentando que abraçar o cachorro não era exemplo de virtude.
– Como não, orienta a professora! Isso é afeto, amor. Demonstração de carinho para com os outros, sejam pessoas ou animais. Demonstra que Laurinha tem coração bom. E tudo que é bom volta para nós também.
Os alunos começam a falar o que também fazem para demonstrar que são carinhosos em casa, com os pais, amigos e avós.
– Isso é a riqueza do coração! A única que levamos conosco. As que fazem nos sentirmos bem. Nossos mentores saberão que temos uma bagagem muito boa para carregar. Entenderam?
– Siiiiiiim! – respondem as crianças.
Laurinha então completa em voz alta:
– Se não podemos levar coisas materiais, só quero ver meu mentor carregando minha bagagem de coisas boas!
– Laurinha, não são bagagens como as de viagem.
Laurinha sorri e pisca para professora dizendo:
– Professora, não se preocupe, todas as minhas malas são de coração!

 

Publicado no jornal Correio Fraterno - edição 464 julho/agosto 2015

 

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