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Home Nossas Seções Direto ao ponto Precisamos sofrer?
Precisamos sofrer? PDF Imprimir E-mail

sofrerPor Umberto Fabbri *

Quem de nós não tem seu quinhão de sofrimentos, de aflição, de angústia e dor? Estas situações são compreensíveis quando refletimos sobre o estágio atual de provas e expiações de nosso mundo. Segundo a espiritualidade, esses padecimentos são frutos de nosso afastamento ou puro desconhecimento da lei de amor, ou ainda, provações para testarem nosso aprendizado.

Colhemos o que plantamos e Deus, em seu processo pedagógico divino, não nos exime de nossas responsabilidades, mas nos ensina que teremos da vida o mesmo que a ela ofertarmos. Sofreremos a reação de nossas ações.

Jesus, ao contrário do que muitos pensam, no consolador sermão das bem-aventuranças, não faz apologia ao sofrimento: "Bem-aventurados os aflitos" nos fala da temporalidade de tudo em nossas vidas, como nos ensinou o saudoso Chico Xavier: "Tudo passa", até mesmo o sofrimento. Quando vivenciamos um martírio, seja ele físico ou emocional, é difícil racionalizar que ele é passageiro, e que em muitas vezes está em nós mesmos a possibilidade de cura, ou a condição de minimizá-lo com a resignação.
Todavia, algumas pessoas entendem que o sofrimento é necessário para a elevação espiritual, que castigando o corpo abrimos caminhos para nossa santificação e por ele nos aproximamos de Deus. Este pensamento equivocado e armazenado por séculos em nosso subconsciente não nos auxilia em nossa ascensão divina, mas sim nos atrasa, por suas consequências nocivas. Se pais humanos não se comprazem com as dores e angústias de seus filhos, o que podemos esperar de Deus Pai, perfeito, justo e bom?
Se Deus é puro amor, o que nos aproximará dele é o próprio amor.
A autopunição, a culpa, a tristeza e o desânimo não nos trarão o progresso, mas sim a estagnação, pois só cresce quem trabalha, ama e produz o bem.
É fato que o sofrimento, quando bem compreendido, pode se tornar elemento educador. Poderíamos considerá-lo em muitos casos como um "despertador", mas ele não é o único caminho, é possível crescer sem sofrer.
A famosa orientação do antigo filósofo grego do: "Conhece-te a ti mesmo" pode nos auxiliar a trilhar este caminho evolutivo de maneira mais feliz e serena. Hoje, conhecendo o Evangelho do mestre Jesus, e aliando esse conhecimento à busca interior de nossas mazelas, é factível atacar o problema antes que este se torne uma situação que venha nos trazer infelicidades.
É preciso um olhar apurado para nossa existência e comportamentos atuais. Poderemos nos surpreender com a constatação de que alimentamos os infortúnios, na repetição de posturas que perpetuam as angústias que desejamos eliminar. É o que ocorre com a raiva, mágoa, desejo de vingança, ciúme, orgulho ferido, falta de amor a si mesmo, entre outros.
Deus nos dá a carga de reajustes possíveis de serem efetivados nesta vida, mas sem vigilância e distraidamente aumentamos esta carga, tornando as coisas ainda mais difíceis. Isto se dá no comportamento individual, mas também no coletivo. Vejamos a problemática do meio ambiente. É de conhecimento da maioria o que se deve ou não fazer para poupar a natureza e seus recursos, mas agindo de forma irracional e até mesmo egoísta, nos comportamos como se isso não fosse de nossa responsabilidade, esquecendo que iremos aqui reencarnar e seremos herdeiros de nossa irresponsabilidade ou invigilância na escassez dos recursos naturais, poluição, etc. Cabe-nos adotar outro comportamento para que novas tribulações não venham nos visitar.
Transformar, mudar, progredir é a proposta divina, não o sofrimento.

 

* Profissional de Marketing, Umberto é orador e escritor brasileiro, morando atualmente na Flórida, EUA. Acaba de lançar o livro O traficante, ditado pelo espírito Jair dos Santos (Correio Fraterno).

 

Publicado no jornal Correio Fraterno, edição 462 - março/abril 2015

 

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