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Utopia da paz? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Umberto Fabbri   

pazNestes tempos tão conturbados, onde boa parte da sociedade enfrenta a violência, pretender a paz poderia ser uma ilusão.

 

Jesus, sabendo que se aproximava o momento de sua partida, aproveita a festa em comemoração à Páscoa e ali faz o sermão do Cenáculo. Nesta bela passagem, fala sobre a paz.
Diz o mestre, conforme encontramos em João 14:27: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." Procurou Jesus preparar os corações amados para os momentos difíceis que chegariam. Somente uma alma portadora de tão imenso amor pensaria antes na dor e sofrimento dos que estavam ao seu redor do que em seu próprio martírio.
Nesta frase, Jesus revela seu conhecimento sobre as fraquezas e dificuldades de seus aprendizes. Solicita a manutenção da paz que nasce da fé e confiança nos desígnios do Pai, mesmo quando estes não coadunam com nossos desejos e aspirações.
A paz verdadeira é vivenciada por aqueles que já desenvolveram a confiança plena em Deus e que, em se esforçando para vivenciar a lei de amor, têm a consciência tranquila por terem feito o possível para cumpri-la.
Falava Jesus da paz interior, aquela que nasce em nosso íntimo e que permite estarmos em equilíbrio, apesar das dificuldades exteriores. Bem diferente da paz do mundo, que muitas vezes se confunde com o ócio, com a fuga ao trabalho ou com a satisfação de sermos atendidos em nossos interesses, mesmo que escusos, e que trazem consequências funestas.
Paradoxalmente, para conquistá-la, faz-se necessário a luta, não contra o semelhante, mas contra nossas tendências egoístas e viciosas que se repetem inconscientemente, automatizadas em várias existências anteriores.
Enfrentar as lutas e desafios com fé, de cabeça erguida e com confiança no amanhã infelizmente ainda é para poucos. Na maior parte das vezes nos enfraquecemos com o medo do enfrentamento, com o rancor destruidor ou com a desilusão inesperada. Esquecemos que os corações que caminham conosco são tão imperfeitos quanto os nossos e também sujeitos ao erro.
Nestes tempos tão conturbados, onde boa parte da sociedade enfrenta a violência, a falta dos recursos justos e básicos, as guerras, os desequilíbrios emocionais, as dificuldades financeiras, pretender a paz poderia ser considerado um anseio utópico. Entretanto, quando analisamos os ensinamentos do Cristo, compreendemos que as adversidades constituem um cenário ideal, quando não necessário, para o desenvolvimento de capacidades e virtudes latentes em nossa estrutura espiritual.
Estar em paz requer grande esforço no controle de nossos pensamentos, vigilância de sentimentos e, acima de tudo, o exercício do amor verdadeiro e desinteressado, que perdoa, aceita e compreende as limitações do semelhante e de si próprio.
Pacificar-se significa vibrar na frequência do amor universal, praticando a caridade que ampara, consola e instrui.

 

Profissional de marketing, Umberto é orador e escritor brasileiro, morando hoje na Flórida, EUA.

 

Publicado no jornal Correio Fraterno, edição 457 - maio/junho 2014

 

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