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Home Nossas Seções Arte e Espiritismo A perseguição de Chorão
A perseguição de Chorão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Eliana Haddad   

choraoEpisódio recente e que deixou dúvidas foi a morte do cantor e compositor Chorão, líder da banda Charlie Brown Jr. Encontrado sem vida no apartamento em que residia em São Paulo, o artista deixou marcas de desequilíbrio e desespero que impressionaram: a casa revirada, móveis quebrados e indícios de uso de cocaína. Mais tarde, família e amigos comentavam sobre seus tormentos emocionais, desencadeados provavelmente por sentimentos de tristeza, saudades e depressão. "Chorão sentia-se perseguido", revelou inclusive um dos componentes da banda.
Poderíamos atribuir esses tristes quadros à obsessão? Doença? Difícil fechar questão sobre o que ocorreu, mergulhar nas profundezas das causas de foro íntimo do cantor, mesmo porque por mais lógicas que sejam as teorias, impossível será conhecer a história de cada um, aqui considerando-se Chorão como um ser espiritual, único, com suas milenares experiências e desafios. Não nos cabem, claro, análises apressadas e superficiais, afinal a ninguém é dada a condição de perfeição para julgar as atitudes ou adivinhar a sorte do próximo. Cada caso é um caso e, muito além das nossas observações e deduções pelo fato aparente, já nos ensinaram os espíritos, quando nos trouxeram através de Allan Kardec a codificação, que a análise dos fatos sob a ótica da lei divina não deve estar propriamente na ação, mas na intenção.
Seja lá, portanto, qual tenha sido o fator desencadeante que levou Chorão à desencarnação, sabe-se que a influência espiritual pode, sim, provocar desequilíbrios e até mesmo a verdadeira perseguição, mas antes é preciso lembrar de que não somos inocentemente, como vítimas, lançados a uma situação assim. Nada acontece por acaso, e a obsessão é uma estrada de duas mãos, onde obsessor e obsediado criam um ambiente de codependência, comungando a mesma sintonia de sentimentos, pensamentos e ações, como resultantes de afinidades espirituais, estabelecidas no presente ou no passado.
Em meio a isso tudo está a oportunidade das inúmeras reencarnações, com o esquecimento do passado, para que as arestas se aparem e a conquista se faça de ambos os lados. Importante é perceber que, mesmo em meio a tantos tropeços, nada está perdido. Nada acaba para o espírito, no seu exercício constante da liberdade de escolhas, de acertos e desacertos, mas que será sempre o responsável por si mesmo, tanto pelos desvios que praticar como pelas conquistas realizadas, afinal a Criação é justa, sábia e harmônica. Quando nos distanciamos do caminho do amor, a própria lei nos reconduz a ele, porque aprender e amar é a nossa destinação. De todos nós. E do Chorão. 

 

Publicado no jornal Correio Fraterno - edição 450 março/abril 2013

 

Leia também:  Chorão: uma mente aflita em busca de um novo mundo

 

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